
:: 24 de Março ... Próxima paragem: Chiado ::
Que bela noite de sono. Relaxadas e sem preocupações estava na hora de voltarmos a fazer ao caminho em busca de casas do fado. Plano do dia: visitar o Chiado durante a tarde, tirar algumas fotos, ver alguns pontos turísticos e à noite irmos até Alfama, o tão aclamado “spot” das casa de fado. Como o tempo urgia decidimos então fazer uma pequena paragem para almoçar perto do CCB, onde os famosos “ratos com asas” atacavam os restos de comida deixados nas esplanadas pelas pessoas. De estômago cheio e já que nos encontravamos em Belém, decidimos seguir a tradição e fomos comer um pastel de Belém. Estavamos deliciadas. Realmente é necessário vir a Belém para se saboriar o requinte de um pastel como este. Saímos em direcção à paragem de autocarro mas desta para apanhar outro táxi. Estava a tornar-se custome os nossos passeios de táxi. Mas esta tinha sido a única maneira de chegarmos ao sítio pretendido sem sofrer pequenos desvios devido a más informações. “Baixa de Lisboa: Chiado”. Chegadas ao destino, como precaução ficamos com o número da central de táxi. Como iniciação à visita a primeira coisa a fazer foi arrancar da parede o cartaz de José Cid. Um excelente exemplo de bom design. Ao descermos a rua do Chiado reparamos que numa rua paralela se encontrava uma feira do livro. Mínimo 1€ máximo 10 €. A verdadeira pechincha. Vasculhamos por entre caixotes e caixotes cheios de livros antigos, bandas desenhadas (alguma de cariz menos próprio), postais entre muito mais. Tinhamos encontrado um tesouro literário. Compra do dia: “Morte de um Caixeiro Viajante” por Artur Miller por 1€. (Esta pequena observação é dedicada a quem frequentou o workshop de Art Chantry e teve de comprar o livro por mais). Continuamos o nosso passeio turístico. Rua acima. Rua abaixo. Fotografias da arquitectura local para mais tarde relembrar. Paramos para relaxar um pouco depois no Pavilhão Chinês. Um salão de chá repleto de todo o tipo de quinquilharia. Desde bonecos que remotam aos anos 50 a canecas de cerveja e a chavenas de chá. Montes e montes de quinqualharia toda encafunada num só local. Era um pedaço de história que nos rodeava enquanto saboreavamos um chá maravilhoso mas um pouco caro. Mas o espaço em si, deixou-nos rendidas ao seu encanto. Ao sair reparamos que já tinha escurecido bastante. Através de fontes (que de momento permanecem desconhecidas) soubemos que iria haver um jogo de Portugal e prestando o nosso tributo lá fomos nós até à Casa do Alentejo pesticar e ver a bola como verdadeiros adeptos. Tradição acima de tudo. Pelo caminho ao descer a rua do elevador de Santa Justa deparamo-nos com algo que é raramente visto pelo norte. O “Peep Show”. Estavamos fascinadas com a apresentação do edificio e os seus neons azuis e cor de rosa. Passamos ainda pelo Hard Rock Café, pelo teatro onde estava a ser exibida a peça “Música no Coração” e também pelo palhaço de rua mais trabalhador de sempre (a sua função consistia apenas em estar sentado numa cadeira a ler o jornal enquanto ouvia um clássico musical bloquiando assim o trânsito da rua). Chegadas à Casa do Alentejo, ficamos impressionadas com a arquitectura exuberante que este exibia por dentro. O que aparentava ser um edíficio normal, por dentro era surpreendente. Remetia-nos muito para uma “villa” espanhola. No andar de cima reinava um extravagante e espaçoso salão de baile, transformado em salão para refeições e num outro espaço uma pequena tasquinha onde eram realizados os pedidos tanto para a comida como para a bebida. Até as casas de banho tinham o seu encanto. Depois de usufruirmos a companhia de uma senhora sócia deste estabelecimento enquanto jantavamos estava na hora de irmos até Alfama e percorrer todas as casas de fado.
Que bela noite de sono. Relaxadas e sem preocupações estava na hora de voltarmos a fazer ao caminho em busca de casas do fado. Plano do dia: visitar o Chiado durante a tarde, tirar algumas fotos, ver alguns pontos turísticos e à noite irmos até Alfama, o tão aclamado “spot” das casa de fado. Como o tempo urgia decidimos então fazer uma pequena paragem para almoçar perto do CCB, onde os famosos “ratos com asas” atacavam os restos de comida deixados nas esplanadas pelas pessoas. De estômago cheio e já que nos encontravamos em Belém, decidimos seguir a tradição e fomos comer um pastel de Belém. Estavamos deliciadas. Realmente é necessário vir a Belém para se saboriar o requinte de um pastel como este. Saímos em direcção à paragem de autocarro mas desta para apanhar outro táxi. Estava a tornar-se custome os nossos passeios de táxi. Mas esta tinha sido a única maneira de chegarmos ao sítio pretendido sem sofrer pequenos desvios devido a más informações. “Baixa de Lisboa: Chiado”. Chegadas ao destino, como precaução ficamos com o número da central de táxi. Como iniciação à visita a primeira coisa a fazer foi arrancar da parede o cartaz de José Cid. Um excelente exemplo de bom design. Ao descermos a rua do Chiado reparamos que numa rua paralela se encontrava uma feira do livro. Mínimo 1€ máximo 10 €. A verdadeira pechincha. Vasculhamos por entre caixotes e caixotes cheios de livros antigos, bandas desenhadas (alguma de cariz menos próprio), postais entre muito mais. Tinhamos encontrado um tesouro literário. Compra do dia: “Morte de um Caixeiro Viajante” por Artur Miller por 1€. (Esta pequena observação é dedicada a quem frequentou o workshop de Art Chantry e teve de comprar o livro por mais). Continuamos o nosso passeio turístico. Rua acima. Rua abaixo. Fotografias da arquitectura local para mais tarde relembrar. Paramos para relaxar um pouco depois no Pavilhão Chinês. Um salão de chá repleto de todo o tipo de quinquilharia. Desde bonecos que remotam aos anos 50 a canecas de cerveja e a chavenas de chá. Montes e montes de quinqualharia toda encafunada num só local. Era um pedaço de história que nos rodeava enquanto saboreavamos um chá maravilhoso mas um pouco caro. Mas o espaço em si, deixou-nos rendidas ao seu encanto. Ao sair reparamos que já tinha escurecido bastante. Através de fontes (que de momento permanecem desconhecidas) soubemos que iria haver um jogo de Portugal e prestando o nosso tributo lá fomos nós até à Casa do Alentejo pesticar e ver a bola como verdadeiros adeptos. Tradição acima de tudo. Pelo caminho ao descer a rua do elevador de Santa Justa deparamo-nos com algo que é raramente visto pelo norte. O “Peep Show”. Estavamos fascinadas com a apresentação do edificio e os seus neons azuis e cor de rosa. Passamos ainda pelo Hard Rock Café, pelo teatro onde estava a ser exibida a peça “Música no Coração” e também pelo palhaço de rua mais trabalhador de sempre (a sua função consistia apenas em estar sentado numa cadeira a ler o jornal enquanto ouvia um clássico musical bloquiando assim o trânsito da rua). Chegadas à Casa do Alentejo, ficamos impressionadas com a arquitectura exuberante que este exibia por dentro. O que aparentava ser um edíficio normal, por dentro era surpreendente. Remetia-nos muito para uma “villa” espanhola. No andar de cima reinava um extravagante e espaçoso salão de baile, transformado em salão para refeições e num outro espaço uma pequena tasquinha onde eram realizados os pedidos tanto para a comida como para a bebida. Até as casas de banho tinham o seu encanto. Depois de usufruirmos a companhia de uma senhora sócia deste estabelecimento enquanto jantavamos estava na hora de irmos até Alfama e percorrer todas as casas de fado.
:: Para a senhora que jantou connosco na Casa do Alentejo muito obrigado pela sua companhia ::
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