
:: Chegada a Lisboa ... Próxima paragem: Restelo ::
Eis-nos chegadas à capital, após uma fatídica viagem de 4 horas de camioneta. Cansadas e esfomeadas entramos num mundo do qual desconhecemos. De trouxas às costas e algumas arrastadas pelo chão lá nos “despedimos” do nosso condutor barrigudo e nos encontramos em plena Gare do Oriente questionando para que lado ficará a casa que nos foi gentilmente cedida pela Joana. A melhor solução para o nosso problema encontrava-se mesmo à nossa frente : TÁXI.
Numa extensa faixa da Gare do Oriente tinhamos perantes nós uma imensa escolha de táxis de cor bege à nossa disposição. E qual foi o escolhido? Nada melhor que o primeiro táxi da fila, o único táxi preto e verde, o táxi mais tradicional que poderia estar perante nós. Para nossa surpresa não poderiamos ter escolhido melhor. A razão? O nosso condutor também barrigudo era portista. A isto é que se chama um fluxo de sorte.
A viagem até Restelo não poderia ter sido melhor. Desde excertos da vida do nosso condutor, às mais obvias piadas e evidentes gargalhas ainda tivemos direito a um pequeno passeio turístico. É de fazer referência que naquele táxi reinava o amor em comum pelo PORTO. Algo que nos chamou a atenção foi que o nosso motorista não suportava benfiquistas. Ironia das ironias é ele trabalhar em Lisboa. Passamos pelo CCB, subimos a rua e muito admiradas reparamos na CASA PIA. Contorna-se a rotunda, vira-se à esquerda, à direita, nº19. Chegamos ao Restelo. Chegamos a casa.
:: Pequeno agradecimento ao nosso condutor de táxi. Lamentamos apenas não ter ficado nem com o seu número ou nome ::
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